Blog da Teia

Por dentro do dia a dia da criação editorial

Impresso ou digital?

* por Fernanda de Paulo

Em todas as empresas é possível encontrar diferentes perfis de colaboradores, sejam eles mais tradicionais ou até mesmo aqueles antenados com qualquer novidade ou tecnologia. Diante dessa realidade, a comunicação interna das companhias deve identificar os perfis das pessoas e se adaptar, a fim de atingir todos os colaboradores, independentemente de qual departamento ou área elas atuam.

O jornal impresso é até hoje uma das tradicionais ferramentas de comunicação. É com ele que os colaboradores ou clientes se informam sobre as notícias da empresa em que atuam e, muitas vezes, se vêem por lá nas fotografias, guardando-o como forma de recordação e também tendo o orgulho ao mostrar aos familiares, por exemplo.

Mas para algumas pessoas, a versão impressa de informativos em geral já deixou de ser atrativa. Uma pesquisa da World Press Trends – uma das mais completas sobre a tendência global jornalística, analisando as condições da imprensa em 150 países, realizada desde 1998 , revelou que em todo o mundo o jornalismo digital é uma atividade que evolui cada vez mais, conquistando mais leitores e anunciantes. E aqui no Brasil já temos alguns exemplos de jornais que deixaram de ter versões impressas publicadas, como o Jornal da Tarde.

No caso das publicações empresarias não é diferente: as companhias têm cada vez mais investindo no digital, disponibilizando o arquivo em PDF ou publicando-o em um aplicativo, por exemplo. É o caso da Sherwin-Williams, onde somos responsáveis pela gestão do conteúdo do aplicativo da empresa no Brasil. Lá, por exemplo, são publicadas todas as edições dos jornais feitos por nós e que são direcionadas aos clientes da empresa. Com a iniciativa, foi possível inserir textos e mídias complementares às matérias, tais como galeria de fotos, links etc. Além disso, trata-se de uma ação sustentável e rentável, pois diminuiu os custos com a impressão dos exemplares, uma vez que a tiragem pode ser reduzida e menos exemplares acabam sendo impressos. A natureza também agradece!

Esse é apenas um exemplo de como é possível fazer o mesmo, mas de forma mais efetiva, agradando a todos.

E você, prefere a versão impressa ou digital? Escreva nos comentários a sua opinião 

*Formada em Jornalismo pela PUC-Campinas, Fernanda de Paulo tem experiência em redação para jornais e revistas, revisão, assessoria de imprensa e endomarketing; e já atendeu diversas empresas multinacionais. Além disso, possui conhecimento de línguas estrangeiras como inglês e italiano.

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